Porque é tão difícil trabalhar com o software livre?

 

 
Inicialmente, o software livre investiu muito mais na segurança, deixando um pouco de lado a aparência. Sendo assim, muito rudimentar, cujas pessoas se agradavam mais com a aparência do software proprietário.
Todavia, o software proprietário mantém o usuário na ignorância, deixando-os alienados.

Infelizmente ainda é posta a idéia de que a tecnologia veio pra dominar o homem, e não como um produto de conhecimento e da cultura humana que serve para resolver os problemas e criar outros campos, facilitando os avanços da vida humana.
Cidadania: eu posso pessoalmente fazer opção pelo mais fácil, pelo mais automatizado!

Porém, é necessário ter uma consciência do que implica a alienação das pessoas a esses processos.

Como Educador: É de extrema importância que se tenha a obrigação social de ter transparência dos meus clientes para a percepção de sair da alienação. Mas as pessoas estão na lógica do individualismo.
Hoje estamos nas mãos das telas, comandadas pelas empresas de telefonia, a camada física (redes), nós precisamos de sistemas públicos abertos.

Precisamos brigar por uma política pública que nos ofereça sistemas diferentes para ter-mos acessos. É preciso democratizar!
Porque só alguns têm acesso a esses sistemas abertos? Como as grandes empresas de televisão?

A briga é a garantia à comunicação e a informação para todos os cidadãos.

Vamos ter acesso a informação e também vamos colocar informação,ou seja, a interação TODOS -TODOS.

Antes não tínhamos como interferir na lógica do consumo, pois só existiam a TV e o Rádio, mas agora é possível interferir, permitido pelo software.

Quem domina o software domina o movimento, sem ficar submisso ao controle de alguns.
A pressão da indústria cultural e da propriedade privada não permite a produção dos softwares livres.
No Brasil, não é incorporada na cultura e nem na formação acadêmica  que essa consciência seja adquirida. Não é dado espaço a essas discussões e essas informações não são passadas, nem transmitidas entre as pessoas.

O software livre é apenas instalado sem a prévia preparação. A iniciativa pela exploração também não acontece.

E assim começa a rejeição aos softwares livres, pelo qual em 2007, as universidades públicas migraram para o software livre, porém não foi dada uma preparação aos professores, deixando-os assim à margem do novo software.

Published in: on 29/06/2011 at 7:51 pm  Deixe um comentário  

Tecnologia e a Terceira Idade

 

 

Diante da velocidade em que a tecnologia vem atuando, as pessoas idosas estão tendo dificuldade em acompanhar as novas tecnologias, porém nunca é tarde para aprender e descobrir algo novo.

Foi desenvolvido um projeto com um grupo da Terceira Idade pelas Faculdades de Taquara, formado por seis participantes, com idade entre 60 e 70 anos. Os participantes apresentavam conhecimentos tecnológicos diferenciados, caracterizando, assim, um grupo bastante heterogêneo.

O projeto iniciou a partir da curiosidade que o grupo demonstrou em conhecer o que havia para a Terceira Idade na Internet.

Para a realização do projeto foram disponibilizados ferramentas, tais como editor de texto, editor de home page, Internet e e-mail para comunicação à distância.

Este artigo apresenta, também, depoimento de alguns dos participantes, colhidos através de entrevistas gravadas em fita cassete e transcritas posteriormente, mostrando o que este trabalho proporcionou aos mesmos em nível de troca de experiências, fluência tecnológica e sentimento de realização pessoal.

“A gente tem que de atualizar em tudo. Quando eu era criança, o telefone era à manivela e hoje em dia eu carrego esse celular comigo (se referindo a um minúsculo aparelho que carrega no bolso da camisa)”, conta o médico doutor Antonio Varela Junqueira de Almeida, 82, que acessa a Internet há, pelo menos, quatro anos

 

“Quando o computador chegou aqui, fiquei tão ansiosa que tive insônia durante a noite e decidi dar uma olhada na Internet. A primeira coisa que me deparei foi com um site sobre a Amazônia. Eles pediam para os internautas enviar um e-mail e eu mandei. Recebi a resposta e fiquei encantada”, conta Maria Silvia.

Apesar de ser uma nova tecnologia, é possível, para as pessoas idosas, fazerem uso da Internet para preservar seus hábitos e costumes e adquirir novos conhecimentos dentro do seu contexto de vida!

Published in: on 23/06/2011 at 4:04 pm  Deixe um comentário  

QUANDO CHEGOU O SOFTWARE LIVRE?

O começo do desenvolvimento do software livre foi nos EUA na década de 80 com o projeto Ginu.
O software livre chegou no Brasil na década de 90, e um dos pioneiros foi o professor Nelson Pretto com a instalação de software livre em um laboratório na Faced.

Outro núcleo foi no Rio Grande do Sul com a iniciativa de implantar softwares livres na esfera pública nos governos do PDT e PT.

Em 1999, Valter Pinheiro entra com um projeto de lei de nº 2.269 que propunha que o software livre passasse  a ser usado na esfera pública nacional, mas Fernando Henrique Cardoso era o atual  presidente do Brasil e este defendia a privatização, então esse projeto de lei foi transitando onde só foi aprovado em Dezembro de 2010.

O Governo FHC Livro Verde , Sociedade da Informação no Brasil, divulga que”a recente emergência do Sistema Operacional LINUX e de aplicativos associados tem trazido, a pauta de discussões em vários países, a hipótese de adoção de uma estratégia baseada em softwares abertos para aplicações governamentais. Há , em contraposição, uma tendência ao oferecimento de novas formas de comercialização de software por parte dos fabricantes, utilizando mecanismos de distribuição de redes, contemplando aluguel (e não licenciamento definitivo) de software por tempo limitado, reempacotando funções em opções mais variadas para os usuários etc. Essas medidas tentem a baratear os preços de software, a médio prazo”, ou seja, dizia sobre os software livre postura do FHC era a manutenção do software proprietário.

Em outubro de 2003, o governo Lula baixa um decreto para se instituir software livre na esfera pública em nível federal no Brasil, de lá pra cá tem-se um processo governamental de softwares  livres no país, embate muito mais fortes e maiores sobre o software livre começam a aparecer. E o movimento vai ganhando força, respaldados por uma política nacional.
Em 2007, o governo decide adotar nas escolas o LINUX Educacional que é uma das distribuições do software livre, mesmo ainda  com a mentalidade dos softwares proprietários, pois somente a Universidade do Paraná pode ter acesso ao software no sentido de organização, administração, melhorias ou modificações, ficando todos padronizados  em todas as escolas brasileiras. Novamente um embate com os professores e uma falta de preparo destes com o software livre.
E  atualmente estamos numa área onde o software livre já tem uma bagagem.
Em 2010,  nasce o UCA – desenvolveram o Metasys com muitos problemas, com licenças livres, porém com softwares proprietários. A grande evolução  nesse processo é que  muitas empresas estão usando software livre no Brasil, cujo  grande motivo  é a  questão das licenças mais baratas e não a consciência democrática de cidadania.

Referencia: Sociedade da Informação no Brasil : livro Verde organizado por Tadao Takahashi – Brasília : Ministério da Ciência e Tecnologia , 2000

Published in: on 21/06/2011 at 7:18 pm  Deixe um comentário  

O rossio não-rival e rival

A grosso modo, o rossio rival caracteriza-se pela escassez, e o rossio não-rival caracteriza-se (ao menos potencialmente) pela abundância.

A língua portuguesa como um rossio não-rival:
Seus elementos (palavras, expressões, construções) podem ser utilizados em comum, por quantos quiserem. Com efeito, quanto mais pessoas falarem o português, maior será a pluralidade das suas versões particulares, e maior será a riqueza e a diversidade potencial do núcleo comum.
As variantes da língua como alternativa para a comunicação e o não reconhecimento da língua.
A tecnologia digital viabilizou a constituição de rossios não-rivais mais amplos, baratos e eficientes, que anteriormente eram impraticáveis.
O software já nasceu digital. Ele é não-rival por natureza: em sua essência, é uma série de comandos  relativamente abstratos e sempre foi facilmente reproduzível (mesmo quando dependia de suportes mais primitivos, como um cartão perfurado).
Trata-se de uma pequena reflexão sobre o futuro: qual será o papel potencial dos rossios não-rivais e o que nos falta fazer a esse respeito?

É também uma exortação: é preciso politizar esse debate; ele não pode continuar sendo tratado apenas da perspectiva privada, das vantagens estritamente individuais.
O único detentor de direitos sobre o bem, nesse caso, é o proprietário, que pode arbitrariamente excluir os outros de usar ou interagir com esse bem.

No caso do rossio, ocorre justamente o oposto: há uma simetria relativa entre os usuários, os quais só podem ser excluídos do acesso ao rossio por razões não-discricionárias (isto é, por regras gerais e objetivas, que se apliquem a todos e visem à sustentabilidade daqueles recursos).

As licenças creative commons e copyleft são reconhecidas e válidas tão quanto às licenças copyright. Podem ser usados para qualquer fim, transformado, socializados assim como o software livre. O ganho não está na comercialização da obra, mas sim na produção e socialização dessa obra.
São 4 os tipos de licenças dentro das licenças do creative commons. Desde a mais aberta até a mais restringida de direitos, criando assim outros modelos de mercado, entretanto isso gera toda um contra-movimento do instituído, caracterizado pelo combate à pirataria, ou seja, por traz do combate à pirataria esta uma defesa do copyright. O copyright assim torna-se é um movimento contra a pirataria, querendo penalizar a ilegalidade dos que querem copiar. E os creative commons é o movimento dos que são adeptos a circulação dentro da lógica da legalização.

 

Existe um discurso moral  contra a pirataria, coberta por uma lei, sinalizando sobre a reprodução ilegal de um produto, dificultado a socialização dessa obra.

Além das Redes de Colaboração, de Nelson Pretto e Sérgio Amadeu da Silveira

Published in: on 17/06/2011 at 2:38 am  Deixe um comentário  

Reflexões sobre Inclusão Digital

Vocês se pensam como excluídos ou incluídos?

 

A exclusão digital esta atrelada a inclusão  no sentido que existe exclusão e que é necessário incluir.
O panorama do Brasil em 2000
O termo inclusão digital aparece com a falsa intenção que a grande população fosse incluída na alfabetização digital, porém o objetivo real era que a massa popular tivesse acesso ao computador com a finalidade do consumo.
O desenvolvimento era tecnológico, mas o grande objetivo era a economia informatizada. E assim foram formando a idéia contraditória de que com o desenvolvimento econômico tem-se o desenvolvimento social. Não se pensava até então, em usar a tecnologia para alfabetizar, mas para que o consumo aumentasse.

O termo inclusão digital surge no debate do próprio movimento social, cujo alguns autores como o autor francês Robert Castel, é base de outros autores brasileiros, pelo qual fazem críticas a essa idéia de inclusão.
Inclusão é um conceito, é uma noção ou é um discurso?
Conceito vem da raiz, definição bem fundamentada.
Noção é algo vago, superficial.
Discurso é ideológico, incultada uma idéia para convencer o outro.

Segundo Sergio Amadeu da Silveira, o termo inclusão digital autônoma é o direito universal à comunicação em rede, como elemento essencial da cidadania na sociedade informacional, e a defesa da emancipação das comunidades, neste contexto podem ser defendidas com o uso da idéia de uma inclusão digital autônoma. Contra ela choca-se a idéia da inclusão digital subordinada ao mercado, aos oligopólios, aos vendedores de produtos e licenças de copyright.

 

Atualmente, inclusão digital  pode ser considerada como acesso, treinamento e formação, contudo não tem força teórica e nem comunicativa, ficando explícita apenas a força política, dependendo das concepções, ideologias e modelos.

Published in: on 17/06/2011 at 2:21 am  Deixe um comentário  

Reflexões sobre “Além das redes de colaboração”

O texto de autoria do professor Nelson Pretto ,discute a relação sobre o aprisionamento e exageros do controle de conhecimentos na informática, bem como sua possibilidade em democratizar a tecnologia de informação.

Analisa as relações entre as redes digitais emancipadas e a economia dos bens imateriais.Traz em primeira instância as possibilidades de liberação da propriedade sobre as idéias.

Em paralelo, os grandes detentores do monopólio tecnológico, como as redes de telecomunicação e os softwares proprietários “não querem o código aberto, o compartilhamento, os arquivos indexados e o anonimato na rede, porque essas práticas sociotécnicas dificultam e desmancham suas formas de concentrar riqueza e poder”.

Se faz necessário politizar esse debate e envolver a esfera pública para que se reconfigure as tendências para a melhor exploração do conhecimento.

Published in: on 26/05/2011 at 5:03 pm  Comments (1)  

Reeflexões sobre Softwares Livres – Projeto GINU

Software livre é o conhecimento compartilhado e qualquer pessoa pode usar para qualquer fim, estudar o software, fazer auditoria, aperfeiçoar ou modificar e o distribuir com uma obrigatoriedade: continuar sendo livre.

O celular, o computador e as mais diferentes máquinas eletrônicas são todas com base nos chips, são chamadas de máquinas digitais.
A máquina em si (parte física) é chamada de hardware.

Para essas máquinas digitais funcionarem, é necessário os programas feitos pelos programadores,uma linguagem chamada de linguagem de programação.Uma linguagem é formada por códigos, sinais, palavras, regras, lógica de funcionamento e existem várias linguagem de programação, cada uma voltada para um funcionamento específico.

Toda linguagem de programação é em inglês, ou seja, uma linguagem universal.
Os programas são chamados de softwares, sendo eles a parte imaterial, sem ele não tem função alguma na máquina.
A máquina digital só reconhece linguagem binária, sempre verdadeiro ou falso, que a partir do processo de compilação transforma um código fonte numa linguagem binária, chamado de código objeto, que não é inteligível pelo homem.

Bem material – hardware
Bem imaterial – software

No início da era digital o hardware e software vinham juntos, separados mais tarde para que pudesse ser interoperável, mas se pensaram em separá-los também para se ter duas fontes de riqueza, as máquinas e as fontes.
E então começam a ser fechados os códigos fontes (a base do conhecimento), sem estar disponível a todas as pessoas, sem ser socializado.
Entrando assim as licenças proprietárias.(c- copyright): chamados de softwares proprietários. E ainda há uma hegemonia pelo software proprietário.

As reivindicações pela partilha do conhecimento do código fonte gerou o software livre – (copyleft- licenças abertas) e começa-se então a desenvolver softwares abertos, sendo o  pioneiro o Projeto GINU, representado por uma imagem simbólica de um animal livre, o ginu.
O movimento software livre é hoje uma filosofia pelo conhecimento como um todo, todas as áreas e não mais só por um software.

As estratégias do mercado midiático para ressaltar o lado negativo do software livre é dar pequenas distribuições com instalações precárias de softwares, pelo qual o maior problema no Brasil é que poucas pessoas sabem fazer uma instalação corretamente, ficando a margem da operação com sucesso dos softwares livres, dando espaço a softwares proprietários continuarem no monopólio tecnológico.

Published in: on 17/05/2011 at 2:29 pm  Deixe um comentário  

Conceitos e Termos Novos

Os bens materiais e os imateriais
O bem material é algo tocável e, portanto, é um bem rival, e exclui outros bens de serem comprados.
Exemplos de bens não rivais: espaços públicos, como uma rua, a praia, o ar, entre outros.
O que seriam os bens imateriais?
Idéias, culturas, sendo expressos no bem material.
O livro é material ,mas as idéias do livro são bens imateriais
A característica do bem imaterial é a partilha  sem a perda .
Todo bem que é digitalizado pode ser trocado e reproduzido sem que percamos esse bem.
Então tudo que está na internet é imaterial, assim como o pen drive.
Porém, historicamente os bens imateriais foram privatizados, através das leis dos direitos autorais e assim ficam retidos nas mãos de poucas pessoas, no caso das músicas com as gravadoras,softwares, nos livros.

O bem imaterial foi tornado num bem rival.

Foi uma apropriação do bem que foi criado para gerar lucro.
Qual a relação do imaterial e material com virtual e real?
Todo bem imaterial é um bem virtual?
Uma música abre possibilidades de transformações, porém se ela estiver num suporte em papel não é possível modificá-la.
A sonoridade, a idéia tem potencialidade para ser transformada.

A idéia de virtual é a idéia que tem potencia para ser outra coisa.
O virtual não é apenas o que está na máquina, mas a o que está na maquina é sempre virtual, pois está sempre aberto a transformações, sendo assim nunca estará estático.
Estamos cotidianamente no movimento entre o virtual e o atual, e esse movimento é o real, onde nada está acabado.
Real é toda a existência, sendo ele virtual, atual, material e imaterial.
A conversa é virtual, pois abre pensamentos, significações, concordâncias, abre o campo das possibilidades.

Tecnologia para além da ferramenta

Tecnologia é a forma que o ser humano utiliza para melhorar sua vivência e sobrevivência, ela faz parte do todo ser humano que faz, pensa e cria estratégias para melhorar sua condição de vida.
Cada tecnologia feita pelo homem melhora, não só suas condições de vida,mas possibilita que ele construa novos conhecimentos, novas tecnologias, novas ferramentas.
Ser mais do que ser ferramenta é compreender a potencialidade para produção de novos saberes,portanto a tecnologia não é apenas uma ferramenta, mas elementos estruturantes para novas práticas educativas.

Multimídia e Unimídia
Multimídia: união de diferentes mídias, diferentes sons, vídeos, imagens.
Unimídia: uma única mídia. Exemplos: radio e jornal impresso.

Simulação (representação) é a forma que se tem de expressar meu sentimento no mundo,
fazer uma foto do que eu estou vendo,expressar ,materializar aquele momento.
Analógico é a representação e é um elo direto com o mundo cotidiano, com aquilo que nos cerca,o contexto da existência cotidiana.
O contexto digital me possibilita criar coisas, dar asas a imaginação, criar modelos que tenham ou não relação com o mundo cotidiano.A esse processo chamamos de simulação, sendo ele um processo digital,pois sai da esfera estática, ganhando forma e tendo a possibilidade de fazer diferentes ações, ganhar cores e formas.

Nós ressignificamos  tudo, o tempo todo. Muitos conhecimentos são construídos e reconstruídos.

Published in: on 13/05/2011 at 12:38 am  Deixe um comentário  

Software Livre: Tecnologia de Todos nós!

Por uma Bahia Tecnologicamente Livre e Desenvolvida!!

“Como já é de conhecimento da comunidade Software Livre de toda Bahia, o governador Jacques Wagner e o secretário de Ciência e Tecnologia do Estado, Ildes Ferreira, assinaram um protocolo de intenções com a Microsoft que prevê a colaboração mútua para o desenvolvimento de projetos de inclusão digital na Bahia. ”

Entendemos que o Projeto de Lei Sftware Livre na Bahia só nos trará vantagens e benefícios que influem no acesso aos meios de comunicação, nas relações de trabalho, na participação dos  cidadãos,e as infinitas possibilidades de emancipação social no mundo contemporâneo, bem como o desenvolvimento do Estado bahiano e contruibuições na economia.

Prejudicando esse novo processo de desenvolvimento sócio-economico, o governador da Bahia Jaques Wagner foi bombardeado com críticas e protestos por causa da sua atitude, que formenta ainda mais o monopólio tecnológico e produção de informações.

Por isso foram elaboradas algumas reivindicações contra esse atraso na emancipação tecnologica bahiana:

  1. Que todas as esferas de governo desenvolvam e implementem políticas públicas de Inclusão Digital como forma de integrar ações, racionalizar e otimizar recursos públicos. Além disso, que a sociedade civil visualize de forma precisa qual ente governamental coordena e responde pelas ações de desenvolvimento tecnológico e inclusão digital do estado, de forma a poder participar do debate, contribuir e fiscalizar;
  2. Que o legislativo aprove a construção de um Conselho Estadual de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs), como órgão consultivo e propositivo para a interlocução permanente entre setores do governo e da sociedade civil que atuam em prol do desenvolvimento das TICs na Bahia. Este Conselho teria por atribuições principais: a proposição de diretrizes para as ações voltadas às TICs nas Secretarias que podem integrá-lo juntamente com outros órgãos do Estado da Bahia, e o acompanhamento da execução destas ações, no âmbito de uma política estadual.
  3. Que o governo do estado desenvolva políticas públicas para formação de professores de Tecnologia da Informação de Escolas Técnicas e Universidades Públicas e Privadas para inclusão curricular dos softwares livres em todos os cursos oferidos nessas instituições de ensino.
  4. Que todas as ações e políticas voltadas para formação dos professores das escolas e universidades públicas estaduais estejam diretamente articuladas com os softwares livres ligados ao Programa Nacional de Informática na Educação (PROINFO) do Ministério da Educação.
  5. Que o governo do estado, em conjunto com o Governo Federal, amplie o número de instrutores dos Centros Vocacionais Técnicos (CVTs) e Telecentros com uma formação para o uso e difusão de softwares livres.
  6. Que o Governo do Estado fortaleça e viabilize uma política industrial de desenvolvimento tecnológico por meio de recursos provenientes do Fundo de Inovação tecnológica (Lei n 9833/ Decreto 10456) para a formação de profissionais na área das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) com foco para o desenvolvimento de softwares livres e para administração de redes de computadores com software livre.
  7. Que as políticas públicas de Inclusão Digital e desenvolvimento de softwares livre fomentem o associativismo, o cooperativismo e as ações de Economia Solidária;
  8. Que as políticas públicas de TI do Estado também estimulem a redução significativa dos preços de conexão à Internet, tanto para o usuário final como para os provedores locais de serviços de Internet.

Tentando acabar com o acordo feito pelo atual governador , buscamos então uma melhoria em vários setores no desenvolvimento da Bahia.

http://wiki.dcc.ufba.br/bin/view/PSL/ReacaoProtocoloIntencoes#2_Elabora_o_de_uma_proposta_de_P

Published in: on 07/05/2011 at 2:20 pm  Comments (1)  

“A tecnologia está cada vez mais presente na vida de todos, algumas vezes evidente e em outras imperceptível.”Gerd Leonhard

Diante das novas tecnologias contemporâneas, as crianças já nascem imersas nessa nova realidade e desde bem cedo aprendem a como usar a ferramenta.

A tecnologia como atrativo pedagógico é um meio muito proveitoso e já são usados nas escolas para atrair a atenção e aguçar a curiosidade da criançada. Mostrar para a criança os artifícios que a Internet oferece, como sites de pesquisa,curiosidades e comunicação com pessoas que moram distante é  uma boa opção para começar de maneira útil as novastecnologias.Porém alguns cuidados devem ser tomados por parte dos pais e até mesmo dos educadores.O tempo limitado deve ser um modo de controle, para que a criança não passe horas jogando ou nas redes sociais.
Deve-se tomar cuidado também com as redes sociais e fotos postadas das crianças. E assim mostrar a maneira mais vantajosa possível para o uso das novas tendências tecnológicas.

Published in: on 31/03/2011 at 12:00 pm  Deixe um comentário